30 mayo 2007

Aprendizagem – é urgente um novo paradigma!


“As organizações encerradas em esquemas monocrónicos (...) têm a tendência para uma imposição dos tempos insensível ao contexto. (...) .Em lugar de se controlar a avaliação da tarefa, controla-se o cumprimento rígido do horário na conclusão da tarefa (...) não há um tempo pessoal,(...) ele tem pouco poder e muito pouca importância. (...) à medida que unidades mais pequenas do tempo físico ganham significado social, aumenta a sensação de escassez, diminui a sensação de controlo dos acontecimentos da vida pessoal – daí resultam a ansiedade, o stress, as depressões.(...) numerosos actos necessários ao estabelecimento de relações humanas vão, assim, ser marcados pela mesma precipitação, pela mesma urgência.” ( Sousa Pinto,2001, pp 23:33:36)

Todos os que trabalhamos diariamente com a educação já percebemos que, mesmo o que dizemos ser a ‘aprendizagem formal’, aquela que é socialmente certificada, está disponível em maior ‘quantidade’ e mais atractiva ‘qualidade’ fora da escola regular, muito para além de uma organização espacio-temporal determinada por um paradigma que hoje não é mais do que uma respeitável referência histórica.

Porque haverá alguém de enviar o filho à escola, num lugar fora de casa, compulsivamente 5 horas por dia, 5 dias por semana, 10 meses por ano, 9 anos no seu tempo próprio de crescer? A resposta é “porque a vida em sociedade impõe normas de conduta pessoal, como a frequência obrigatória de instituições que fornecem saberes e competências que, depois de adquiridas e certificadas, garantem a empregabilidade e a inclusão com sucesso!”

Mas como compreender, e aceitar, que cerca de 50% dos que se submetem a tal obrigação social acabem por ser excluídos durante o percurso, atirados borda-fora sem remorso nem piedade, e os restantes passem os dias a testar novas estratégias para resgatar do tempo social que a escola monopoliza algum tempo pessoal, que possam utilizar na pesquisa da diversidade de saberes e vivências que o mundo oferece nas redes virtuais ou em novos contextos de afirmação de grupo?

E sabido isto, reconhecido o fenómeno pelos diversos estudos que as diferentes Administrações encomendam regularmente, porquê persistir no modelo sem questionar a sua pertinência social, os seus fundamentos, a sua organização de espaço e tempo, antes fugindo para a frente concentrando o ensino em edifícios cada vez maiores e mais labirinticos, e aumentando os tempos obrigatórios de ‘escolaridade’, também, e sobretudo, em detrimento da libertação dos tempos pessoais próprios para o estabelecimento de relações, leia-se até os tempos biologica e fisiologicamente próprios para a procriação, a generatividade e o exercício da imprescindível rnovação geracional? Ocorre aqui inevitávelmente uma interrogação – para que gerações estamos continuamente a reconstruir e aumentar o modelo de escola regular se cada vez há menos nascimentos?

Já vai longo este rol de interrogações, tendo em conta também o espaço próprio de um blog, e por isso arrisco afirmar já, sem outros considerandos, que é urgente os ‘educadores’ começarmos a desenhar um novo paradigma educativo, assente na partilha efectiva da responsabilidade educativa entre a escola, a família e a empresa, abrindo espaços à negociação dos tempos e dos espaços lectivos também com essas instituições basilares da sociedade, repartindo com elas o nosso poder monopolista de formar, avaliar e certificar saberes e competências... Quanto do tempo lectivo, desde a pré escola à universidade, deverá passar a ser vivido/usado na família e numa empresa, ou apenas trocado por tempo pessoal dedicado ao exercício autónomo da reflexividade? Quantas vezes deverá o professor deslocar-se com um grupo a uma empresa ou actividade produtiva, ou abeirar-se pessoalmente dos contextos familiares particulares dos seus alunos para o exercício de um trabalho colaborativo em educação?

Creio que só em partilha real de responsabilidades poderemos educar, usando todos os espaços e os tempos, mesmo os virtuais, sem os monopolizar, antes fomentando também a autonomia dos nossos alunos na sua gestão, em proveito da sua realização como cidadãos.

“ - Vá com Deus, mas não adianta correr, que o tempo é o que a gente faz com ele, e é só disso que havemos de prestar contas...”(Pombo,2006:9)

30.05.07

SOUSA PINTO,J.M. (2001). O Tempo e a Aprendizagem. ASA. Porto.

POMBO,H. (2006). Treze contos do mundo que acabou. (Unpublished)

27 mayo 2007

¿tribus urbanas o tribu social?

hola compañeros, estaba leyendo hoy el periodico y he visto una noticia que nos interesa a todos sobre tribus urbanas, más espefícica sobre los canis, por lo que he entendio los canis no son tribus urbanas ya que no están organizadas y por eso se le designa tribu social, no es novedad, son los antiguos pandilleros con chandal nike. bueno esta muy bien la noticia os pongo aquí el enlace.
http://www.abcdesevilla.es/20070527/sevilla-sevilla/canis-chulos-barrio_200705270321.html

saluditos luisi

Uma perspectiva de género...e um dilema...

8 de Março (Dia Internacional da Mulher) de 1996 : a minha filha Ana, então com onze anos, estava um pouco ansiosa porque ainda não tinha terminado os trabalhos da escola, coisa que fazia normalmente com gosto e rapidez.

Pensei que poderia ajudá-la e perguntei-lhe qual era o problema.

- A professora de Língua Portuguesa pediu uma composição acerca da igualdade entre homens e mulheres ! – explicou-me.

- Então é fácil. Hoje esse é o tema de todas as televisões e jornais. Dá atenção ao que dizem e, como gostas de escrever, rapidamente conseguirás fazer a tua composição.

Pensava eu que tinha apontado um bom caminho para o trabalho... Mas não!

- Mamã, não estás a perceber! Como é que eu posso defender a igualdade quando penso que somos superiores?

24 mayo 2007

"LOS PEDAGOGOS DOMINAREMOS EL MUNDO", SÁBADO, FEBRERO 03, 2007


Aún no lo sabéis... los pedagogos dominaremos el mundo.


Supongo que muchos de vosotros habréis interpretado mi gran frase célebre como un signo de egocentrismo y de amor exacerbado hacia mis estudios universitarios, sin embargo os equivocáis... mi gran frase célebre tiene tras de si muchas horas de reflexión.


Todo surge de la gran influencia que ha tenido en la sociología educativa la sociología de la educación marxista, la cual afirmaba que la educación era un instrumento capitalista para garantizar su posición y perpetuar la división social. Era, al fin y al cabo, una herramienta para crear obreros sumisos cuyo único objetivo fuese el salario.


Desde entonces la educación formal ha sido considerada, a parte de transmisora de conocimientos, como un elemento sociabilizador que transmite los valores de la cultura predominante del país; y no sólo eso, sino que también se le considera una herramienta para la producción de personas "útiles" para la sociedad. Personas cuyo sistema (normalmente económico) necesita, con unas actitudes determinadas.La transmisión de dichos valores y actitudes acoge el nombre de currículo oculto.


Así pues según el tipo de ciudadano que el sistema desee se opta por un tipo de educación u otra. Una educación basada en la repetición sin espíritu crítico y sin estimular la curiosidad creará personas sumisas que acepten todo lo dado por verdadero y cierto; en cambio, una educación centrada en la búsqueda de información, la selección de la misma, la colaboración, la crítica y la estimulación de actitudes como la curiosidad creará una sociedad colaborativa y crítica. Unida para el desarrollo de la misma. Y así miles de variantes educativas que darán como resultado diversos tipos de individuos útiles para cada tipo de sociedad.


Si la educación es una herramienta tan importante para el desarrollo de la sociedad. ¿No es interesante la idea de poder controlarla?



23 mayo 2007

Criterios de Evaluación Sevilla, 23 de Mayo de 2007

La Evaluación tiene ya una estructura previa (presente en el blogs, criterios de la Ficha Técnica nº1). Además podemos añadir, modificar o valorar mas aspectos, a saber:

- Sesiones presenciales
- Creación de Entradas Blog
- Comentarios realizados en las entradas
- Presentación de las actividades en la fecha indicada
- La profundización y el rigor en el uso de los conceptos básicos
- El grado de elaboración del análisis.
- La claridad y la originalidad de las aportaciones que se han compartido
- La presencia y coherencia de los aspectos teóricos recogidos en la literatura revisada, así como de las discusiones mantenidas en clase.

22 mayo 2007

Ficha

Ficha

EL CAMBIO EN LAS ESCUELAS.

Un tema que me es de interés y creo que las escuelas de hoy necesitan de él, es el cambio en la organización educativa. A lo largo de nuestra materia no hemos desarrollado en profundidad los procesos de mejora ni transformaciones de la acción docente y gestión escolar, tan sólo mencionamos liderazgo transformacional como forma de conducta y actuación por parte del docente en cuanto a cultura escolar. El cambio como reforma y como innovación a partir de los diferentes contextos e imposiciones lideradas u otros factores que condicionan al mismo se produce hacia poder conseguir una mejora educativa. Srgún Escudero "lo único cierto de los cambios es que han de perseguir causas moral y socialmente justas; todo o demás, en realidad, está casi por descubrir" Fullan (2002:25)





Para hacer pensar "Cuando alguien sueña con cosas como cambiar el mundo; no hay poder más hermoso que sentir que es posible hacerlo (...; nadie puede convencerme de que el placer que empieza y termina en una misma, pueda remotamente siquiera compararse en la exaltación y el goce de intentar cambiar el mundo" Gioconda Belli, El país bajo mi piel.


Me despido con un hasta luego, y os pediría compañeros que reflexionárais sobre el poder del cambio cuando las cosas no parecen estar muy claras o no nos sentimos del todo bien con algunas cuestiones en nuestra vida. Algunas veces una simple frase o imagen nos puede hacer cambiar el día. Saludos y felicidades a todos por hacer de esta asignatura una aventura tan gratificante y divertida.

21 mayo 2007

FICHA TÉCNICA

hola a todos.Ya nos queda poco!!Para la ficha técnica considero que deberíamos hablar del liderazgo así como de las tribus urbanas. Son dos temas relacionados ya que en toda tribu existe un líder y todo líder lo es porque sus seguidores tienen caracterísitcas u objetivos semejantes. Por ello podríamos destacar la importancia del liderazgo en la escuela tanto a nivel de los profesionales docentes como de los grupos de estudiantes que se forman en las aulas.
Una posible preguntra podría ser: ¿Toda tribu necesita un líder? Además podríamos hablar de la importancia y de los tipos de liderazgo mientras describimos las características de las principales tribus urbanas.
Hasta mañana!!

20 mayo 2007

FICHA TÉCNICA. PROPUESTAS DESDE LA PERSPECTIVA DEL ALUMNO.

Desde una perspectiva del alumno, creo conveniente que propongamos algunos temas de desarrollo para tener la oportunidad de esplayarnos en la ficha técnica y poder desarrollar alguna temática específica que nos haya impactado, trabajado en profundidad o simplemente nos apetezca tener la oportunidad de comentar sobre ella.

La metodología que se ha seguido a lo largo de la asignatura ha dado pie, a que el alumno participe en todos los aspectos. Aprovechemoslo.

Estas temáticas estan clasificadas y valoradas desde mi nivel de necesidad educativa desde el campo de la pedagogía (competencias percividas) e interés sobre la temática trabajada.

Preguntas para la ficha técnica.

Venga que esto ya es la recta final. Animo a todos porque nos hace falta.
Mi intervención en el blog es en relacióna las preguntas que creemos convenientes para la ficha técnica.
Creo lógico que toquemos un poco el tema de la tribus urbanas, considerandolo
una realida existente en todos los centros actuales y no podemos negar una evidencia.
La pregunta debería ser amplia, que diese cabida tanto a rasgos genrales como las aperciaciones personales que cada uno pueda aportar al tema. Así desarrollaríamos también nuestro sentido más crítico.
Bueno me dejo de hablar más. Suerte a todos!!!!!!

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17 mayo 2007

Globalización (caricaturas) Sevilla, 16 de Mayo 2007


¿Qué es una caricatura?
Así la caricatura como género artístico suele ser un retrato, u otra representación humorística que exagera los rasgos físicos o faciales, la vestimenta, o los modales característicos de un individuo, con el fin de producir un efecto grotesco. La caricatura puede ser también el medio de ridiculizar situaciones e instituciones políticas, sociales o religiosas, y los actos de grupos o clases sociales. En este caso, suele tener una intención satírica más que humorística, con el fin de alentar el cambio político o social.



La caricatura como exageración
Esta característica se da desde el momento en el que el caricaturista toma uno de los rasgos del caricaturizado, normalmente el más significativo y determinador y lo exagera convirtiéndolo en un elemento diferenciador del personaje.





La idea como caricatura

Por encima de una representación más o menos real la caricatura lleva consigo la representación de una idea por encima de la mimesis gráfica, la caricatura es ante todo algo que se quiere comunicar, desde una crítica a un elogio, pero desde una perspectiva abstracta ya que por encima de todo se comunica un concepto.


La imagen elegida para su análisis


Frases para reflexionar:


- El valor de los productos para mascotas animales que se venden, cada año, en los Estados Unidos, es cuatro veces mayor que toda la producción de Etiopía.

- Una mano anónima proponía en un muro de Buenos Aires: ¡Combata el hambre y la pobreza! ¡Cómase a un pobre!
- El mundo trata a los niños ricos como si fueran dinero, para que se acostumbren a actuar como el dinero actúa. El mundo trata a los niños pobres como si fueran basura, para que se conviertan en basura.
- Países en desarrollo es el nombre con que los expertos designan a los países arrollados por el desarrollo ajeno.
- Países en desarrollo es el nombre con que los expertos designan a los países arrollados por el desarrollo ajeno.
- La pobreza es una manta demasiado corta, y cada cual tira para su lado.
- El Sur lleva muchos años trabajando de basurero del Norte. Al Sur van a parar las fabricad que más envenenan el ambiente, y el Sur es el vertedero de la mayor parte de la mierda industrial y nuclear que el Norte genera.
- Secuestrar: “Retener indebidamente a una persona para exigir dinero por su rescate”. A nadie se le ocurriría mandar preso al gran capital financiero, que tiene de rehenes a muchos países del mundo, y, les va cobrando, día tras día, fabulosos rescates.
- Ningún juez podría mandar a la cárcel a un sistema mundial que impunemente mata por hambre, pero ese crimen es un crimen, aunque se cometa como si fuera la cosa más normal del mundo.
- En 1995, la cadena de tiendas GAP vendía en los Estados Unidos camisas made in El Salvador. Por cada camiseta vendida a 20 dólares, los obreros salvadoreños recibían 18 centavos. Los obreros, o mejor dicho las obreras, porque eran en su mayoría niñas y mujeres, que se deslomaban más de catorce horas por día en el infierno de los talleres, organizaron un sindicato, la empresa contratista echó a trescientas cincuenta. Vino la huelga. Hubo palizas de la policía, secuestros, prisiones. A finales de 1995, las tiendas GAP anunciaron que se marchaban a Asia.
- Debo, luego existo.
- Durante cuarenta años, Cuba ha sido tratada como la leprosa América, por el delito de haber creado la sociedad mas solidaria y menos injusta de la región.
- En 1948 y en 1976, las Naciones Unidas proclamaron extensas listas de derechos humanos; pero la inmensa mayoría de la humanidad no tiene más que el derecho de ver, oír y callar.


16 mayo 2007

Compañeros soy Maria; os dejo aqui mi estudio de casos con unas preguntitas por si me las quereis contestar. un beso y espero que os interese el tema; la verdad es que a mi me preocupa mucho.

He realizado mis prácticas de tercero de pedagogía en el centro de educación infantil y primaria “Miguel Hernández”, allí he viví una situación bastante violenta entre una madre y los profesores del centro; por circunstancias que ponían en peligro la educación elemental de sus hijos, que se encontraban en abandono familiar. Dicho acontecimiento ocurrió de esta forma.

“Empezaba un nuevo día de práctica en el colegio “Miguel Hernández”, este centro está ubicado en un bario de Sevilla Capital, llamado “Polígono San Pablo”; es un barrio de nivel adquisitivo medio- bajo; al él acuden niños de muchas zonas, de barrios marginales como el “ polígono Sur, otros barrios de nivel adquisitivo bajo como es “los pájaros”, “Torreblanca”... Eran las nueve y media de la mañana; yo acababa de llegar al colegio y me disponía a comenzar mis tareas con la ayuda del jefe de estudios “Alejandro”; que ha sido mi tutor; en ese instante me percate que algo pasaba en el ambiente; Alejandro me hizo señales y pude ver que llegaba al colegio una madre con dos gemelos matriculados en primero de infantil, por lo que tenían tres añitos. A primera vista y en unos segundos puede observar que la madre venía con un gesto de mal humor en la cara; al observar a los pequeños el corazón me dio un vuelco, ellos traían la ropa y las caritas sucias; tenían un aspecto como de estar descuidados y poco saneados. Pensé en que clase de vida llevaría esa madre para no poder o no querer cuidar de sus hijos...
Alejandro entró en su despacho, con la madre y sus pequeños; y la tutora de estos; cuando salieron ocurrió la situación violenta para todos. Los pequeños días antes habían llegado al colegio con piojos; Alejandro fue notificado de esto y tubo que llamar a la madre de estos pequeños para que viniera a por ellos, por miedo a que los piojos se contagiaran en el centro y hubiera una epidemia. En el despacho pudieron observar que los pequeños seguían desatendidos; la tutora y el jefe de estudios propusieron a la madre que pidiera ayuda a servicios sociales; porque a parte de los piojos y de lo mal atendidos que los niños se encontraban, faltaban siempre a clase, esto es muy negativo para ellos porque siempre van a estar atrasados. Esta proposición no molesto mucho a la madre, que comentó que le vendría muy bien que una persona se encargada de llevar y recoger a los niños del colegio. Argumentó que tenían que coger varios autobuses para llegar aquí por lo que siempre llegaban tarde o no venían. En ese momento vieron que los pequeños todavía tenían liendres, por lo que Alejandro pidió a la madre que se los llevara y que cuando los volviera a traer al centro, viniera con un justificante del pediatra que comunicara que los pequeños ya no tenían ni piojos, ni liendres. Al salir del despacho la madre se volvió hacia la profesora de los pequeños y le dedico estas palabras: “es que tu no puedes ver a mis niños”, se marchó de mala gana y no dio tiempo de que la profesora pudiera razonarle y explicarle la importancia que tenía para sus hijos la higiene necesaria; y no solo para ellos sino para todo el centro...
Alejandro me explicó todo lo sucedido y en la siguiente semana que yo estuve allí; ella no apareció. Llamamos a servicios sociales para comprobar si ella se había puesto en contacto con ellos y nos dijeron que no... Dimos todos los datos necesarios a servicios sociales y hicimos todo lo que pudimos; pero todavía tengo en mi cabeza la imagen de esos pequeños descuidados y mal aseados; pienso que ellos no se lo merecen y que son los que más sufren esta situación... pienso que yo misma me hubiera puesto a asearlos, con de que ellos se sintieran mejor... me parece poco lo que hicimos, se lo comente a Alejandro y me dijo que no podíamos hacer más...ya ha pasado mucho tiempo y no se que habrá pasado con esos pequeños, espero que esté, bien...”



a) ¿Qué solución daría a este problema?
b) ¿es importante dar respuesta al asentismo escolar? ¿ Y en estas edades?
c) ¿en este caso concreto, piensas que se hizo todo lo que se podía hacer? ¿Actuar particularmente es posible o positivo?
d) ¿Cómo te sentirías si tú fueras la tutora de esos pequeños?
e) ¿Por qué la madre actuaría violentamente contra la tutora? ¿Es culpable ella de esta situación?

15 mayo 2007

CLAUSURA DEL CURSO ACADÉMICO 2006-2007.


DÍA DEL PROTAGONISTA: LOS DOCENTES Y SU LABOR EDUCATIVA.

En esta penúltima hoja de nuestro diario de clase, digo penúltima porque estoy convencido de que éste no es el final, sino tan sólo el comienzo de un bonito, estructurado y apasionante viaje y proceso, pasaremos a reflexionar sobre lo encomendado hasta ahora. Como ya se ha dicho, es un proceso donde existe cabida para la paricipación libre y democrática del alumnado. Ésta metodología de trabajo dista de muchas otras, ya que normalmente no se nos dá al alumnado tanta libertad para trabajar. Aquí no hablamos de libertad en términos de "hacer lo que querais, mientras yo permanezco ausente haciendo cosas en mi despacho", sino de libertad de pensamiento y de trabajo autónomo y cooperativo. En definitiva, todo un proceso donde la docente encarga, ha sabido guiarnos y acompañarnos, a la vez de armarse muchas veces de grandes dosis de paciencia.

Por todo ello, dedicar este "último rinconcito" de nuestro blogs de clase para conmemorar esta forma de trabajo, podríamos llamar "constructivo". Dicho homenaje, será realizado a través del visionado de un filme ("REBELIÓN EN LAS AULAS", 1967); la cuál, refleja la tarea ardua y dificultosa que muchas veces debe realizar el profesorado. Amenudo pensamos que el instaurar una nueva forma de trabajo resulta cosa de un día, un pensamiento a plasmar en la realidad, pero existen aún a día de hoy ciertas instituciones en las que el cambio es percibido como elemento desequilibrador; son organizaciones ancladas en la estabilidad del pasado.

El fundamento de esta manera de trabajar, la del visionado de películas para tratar contenidos teóricos, radica o reside en una frase célebre escrita por Feo Belcari para la obra teatral de Abraham e Isaac: "EL OJO, SE DICE, ES LA PRIMERA PUERTA POR LA QUE EL INTELECTO APRENDE Y GUSTA. EL OÍDO ES LA SEGUNDA, QUE, CON LA PALABRA ATENTA A LA MENTE, ARMA Y HACE ROBUSTA".



P.D: ESPERO QUE OS LO PASEIS MUY BIEN ESTE VERANO, QUE YA ES HORA DE MERECERNOS UN DESCANSITO. ¡HASTA LA PRÓXIMA!

9 DE MAYO DE 2007. DÍA: COMPARTIR TRABAJOS INDIVIDUALES CON EL GRUPO SOBRE CONVIVENCIA.

PLANES DE CONVIVENCIA.


A lo largo de nuestra representación del personaje de un centro de secundaria, hemos tenido la oportunidad de enfrentarnos a un conflicto escolar bastante común en las escuelas de hoy; la violencia. A partir de este problema, se propuso por parte de la comunidad educativa del centro (comisión de convivencia, junta de delegados, equipo de mediación y comisiones varias), la creación de un plan de convivencia del que se encargaría la comisión de convivencia perteneciente y dependiente del Consejo Escolar.
Desde algunas propuestas creadas, se adjunta las siguientes direcciones como toma de referncia:
http://www.convivencia.mec.es/plan_conv/
(Plan de convivencia del Ministerio de Educación)
http://www.lamoncloa.es/ConsejodeMinistros/Referencias/_2006/refc20061006.htm#ConvivenciaEscolar (Informe sobre el Plan de convivencia, Ministerio)http://www.pnte.cfnavarra.es/convive/docs2/guia.doc
(Pautas para la elaboración de un plan de convivencia)

DINÁMICA (LENGUAJE Y CONVIVENCIA)
El dibujo que se ha presentado, nos ha servido para realizar una dinámica grupal, cuyo objetivo principal, es reflexionar acerca de la comunicación existente, su interpretación y la creación de un ambientede convivencia entre el grupo.
Las pautas que hay que seguir son:

  1. Se forman grupos, en los que un portavoz nombrado en cada uno debe salir fuera del aula para ser informado sobre las instrucciones y normas que debe seguir a lo largo de la dinámica con su grupo.
  2. El portavoz será instructor. Cada instructor debe de describir un dibujo (geométrico) a su grupo, en un primer momento a través de una comunicación unidireccional (sólo el portavoz pueda dar instrucciones). Después de 4 ó 5 minutos, y sin enseñar el dibujo al grupo, se prosigue realizando de nuevo el dibujo pero a través de una comunicación bidireccional (dando descripciones, pero también pudiendo los componentes del grupo hacer preguntas).
  3. Una vez pasdos esos 4 ó 5 minutos de la segunda parte, se comenta cuantas figuras se han hecho bien en una y otra actividad, cuánto tiempo se ha tradado en diferncia a ellas, como ha sido la comunicación ...

Se pretende, que reflexionemos sobre la importancia de los procesos comunicativos en la convivencia entre grupos. La mala interpretación o diversa en ocasiones que puede hacerse sobre una misma información, etc.
http://portales.educared.net/convivenciaescolar/

08 mayo 2007

PLAN DE CONVIVENCIA

Hola a tod@s, aquí os presento un enlace cuadro resumen de las estrategias utilizadas para la promoción de la convivencia en positivo, en los centros de secundaria -estudio de casos-.
Estrategias que aparecen documentadas en los centros del estudio de casos (página 101-102: http://www.isei-ivei.net/cast/pub/convcast.pdf

Además, en la página 103-104 aparecen unos esquemas que resumen los momentos iniciales, el desarrollo del proyecto y los resultados.

POR OTRO LADO ESTÁ LA PÁGINA:

http://www.loce.concejoeducativo.org/docu/reescrib/convivir/convivir.htm

donde aparecen una serie de propuestas para un plan de convivencia. También en esta página se hace alusión a lo que dice y no dice la LOCE; siendo importante el hecho de que no se refleje en ésta apartado referido a la convivencia en los centros.

CONFLICTOS ESCOLARES


En la exposición que he realizado hoy,y en ralación al tema tratado, lo que me ha parecido más importante e interesante es:

- La cultura conflictiva: Como he apuntado más arriba, la cultura, que es lo que nos diferencia como humanos, nos ayuda a almacenar y transmitir las experiencias que nos facilitan lograr mayor bienestar. La cultura asume parte de los problemas de los humanos en su relación con la naturaleza y, por añadidura, consigo mismos. Las variaciones culturales son esenciales para comprender la dinámica de los conflictos.

- El conflicto es una constante de esta vida social en la que se comparten necesidades y expectativas. Las reacciones de mutua ayuda, cooperación, altruismo, agresiones, etc., son manifestaciones de estos conflictos. Las formas en que se manifiestan, gestionan o regulan los conflictos a lo largo del tiempo y alrededor del mundo son muy variadas. Se transmiten de padres a hijos, de generación en generación, se crean dentro de cada cultura, de cada sociedad, como experiencias y aprendizajes exitosos de gestión de las condiciones materiales y sociales de vida. La socialización es el proceso por el que aprendemos a convivir con los conflictos

- El conflicto tiene que ver con los fines concretos que los adversarios persiguen y, al mismo tiempo, con las interpretaciones que éstos hacen de lo que está en disputa. La mayoría de las veces el asunto en controversia es el punto focal de soterradas diferencias de las que los antagonistas sólo tienen un conocimiento parcial; diferencias estas que, si se ignoran, es muy probable que más adelante salgan de nuevo a la superficie. (ROSS, Marc Howard, p. 19)

- Movimientosderenovación pedagógica (MRP): http://www.concejoeducativo.org/alternat/apuesta.htm

- Antes quienes optaban por estudiar era porque podían pagar su formación y sabían que luego esa formación les iba a servir para prosperar en la vida, ser algo y ser alguien, pero ahora todos tienen los mismos certificados y estudios hasta un cierto grado y “nadie los puede utilizar para negociar quien es él o quien es ella”.
Además de la obligatoriedad de la Educación, Valcárcel apunta la actitud de la familia como factor importante que puede favorecer la aparición de conflictos. Antes no había diferencia de mensaje entre la familia y el profesor o centro educativo, mientras que actualmente los padres no riñen a sus hijos por ser pésimos alumnos. Sus hijos nunca son culpables, según ellos, la culpa siempre es del profesor que no les sabe enseñar. (Amelia Valcárcel, Doctora en Filosofía, disertó sobre ‘Violencia en las aulas y violencia estructural: La Democracia como pedagogía’)

- Ante las situaciones de conflictos en el aula hay profesores que se derrumban,
“tiran la toalla” porque no consiguen el fin, dar sus clases y que los alumnos aprendan, y no disponen de medios para ello; otros adoptan una actitud cínica y “se dicen ‘sigamos la tarea como sea y que nos jubilen cuanto antes’”. (El catedrático universitario y psiquiatra Carlos Castilla del Pino pronunció la conferencia ‘Patología de la identidad y función docente’)

- No es verdad, según Rosario Ortega Ortega, que la violencia escolar haya aumentado. “No estamos ante una escuela más violenta, sino que existe una mayor preocupación social respecto a los hechos violentos y eso es positivo”.

- La degradación de la convivencia escolar y el aumento de la violencia es, sin duda, un serio problema, pero “los docentes estamos cayendo en un victimismo exagerado y peligroso porque insistimos demasiado en el carácter incontrolable de nuestros alumnos y, con ello, lo podemos propiciar”. "Un profesor no puede decir ’yo soy de inglés y no estoy aquí para enseñar disciplina’, quién le ha dicho eso". En los centros públicos, según Marina, el claustro no funciona, no se reúne y “el día en que le aparezca un tipo de violencia no va a saber qué hacer”.(José Antonio Marina Torres, catedrático de Bachillerato y Premio Nacional de Ensayo, habló sobre ‘La educación de la violencia’).

Esta úlmima idea me ha parecido muy importante, pues guarda mucha relación con las representacionesque hemos estado realizandoen clase.

- formar a los alumnos de Magisterio en el manejo de las situaciones conflictivas que surgen en las aulas, con especial planteamiento en asuntos relacionados con el denominado bulling, autoestima y manejo de emociones, pues como afirma Rafael Morón, «el docente debe sabe manejarlos y aprovechar la situación para mejorar el desarrollo integral del niño».

-Mi escuela,mipolicía.
http://www.elpais.com/articulo/cataluna/escuela/policia/elpepuespcat/20070301elpcat_6/Tes


Este tema se ha debatido en clase; y a mí me parece difícil de asimilar el hecho de que la escuela pase a ser para los escolares "como una cárcel". Creo que para tener que llegar a este punto, tendrían que tratarse de "conflictos mayores".

-Proyecto europeo "Telediario desde Europa“

http://www.23muskeltiere.de/europe/es/task5brief.htm

- CONFLICTO EN LAS AULAS -propuestas educativas-. Autores: Pedro Ortega, Ramón Mínguez y Pilar Saura. Editorial: Ariel Educación

07 mayo 2007

METAEVALUACIÓN: DÍA DEL PROTAGONISTA- Francisco Recio Muñoz


DERECHOS HUMANOS E INTERCULTURALIDAD:
En este día del protagonista, donde yo Francisco Recio Muñoz soy el encargado de presentaros el bloque "Derechos Humanos e Interculturalidad", vamos a realizar una serie de actividades entre las que destacan:
  1. Visionado de una película llamada "Pobladores".
  2. Realización de un grupo de discursión, mediante juegos de rol.
  3. Visita de varias páginas Web relacionadas con el tema:

MUJERES EN RED

http://www.mujeresenred.net/

Interesante página con Blog, artículos, entrevistas, publicaciones, vídeos, libros, cursos de formación... relacionados con el papel de la mujer en la sociedad tanto de España como del resto del mundo.

HISTORIA DEL FEMINISMO GLOBAL HASTA HOY

¿Qué es lo que había conseguido el feminismo global antes de 1984?
Eleanor Roosevelt y Minerva Bernardino habian logrado que la Declaración Universal de Derechos del Hombre fuera Derechos Humanos en 1948. Un detalle de lenguaje, el cambiar hombre por humano pero que significa y significó otra manera de pensar.
Se creó la primera comision de la Asamblea General de la ONU que fue la Comisión para el estatuto jurídico y social de la mujer que como primer paso se encargó de hacer un estudio e inventario del repertorio de leyes de los países miembros que discriminaban contra la mujer.
Con la Triple Alianza de las mujeres que trabajábamos para organismos internacionales, las mujeres en el servicio diplomático, y las mujeres en las organizaciones feministas, logramos que la primera Conferencia Mundial de la mujer se llevara a cabo en 1975. De alli y fortaleciendo los nexos y las redes que ya se habian formado logramos tambien que el foro no gubernamental paralelo a las conferencias fuera una actividad permanente para así involucrar a todas las activistas, academicas, escritoras, que tanto habian hecho por dar el primer paso.
Se logró navegar a traves de todos los canales burocráticos y de la asamblea general de la onu para que se finalizara y se adoptara la convención para todas las formas de discriminación contra la mujer aquí conocida como el CEDAW. Se impulsó y aprobó la propuesta de que hubiera cuotas en el reclutamiento de profesionales tanto para las Naciones Unidas como pólitica dentro de los países. Se exigió que las mujeres tomaran parte activa en el diseño de planes nacionales para el desarrollo, incluyendo población, infancia, refugiados, salud, educación, y financiacion.
Pero existían obstáculos, excusas, y uno de los peores, era y sigue siendo la falta de voluntad política para poner los recursos a trabajar por las metas fijadas. De ahí nuestro afán para que más mujeres accedieran a las listas de los partidos políticos, de los sindicatos, y para que ocuparan cargos de dirección.
Al declarar que el feminismo era global habiamos dado un paso cualitativo en el avance de la mujer.
Este impulso llegó aún con fuerzas a las conferencias de las decadas de los noventa, derechos humanos, medio ambiente, población, la cumbre de desarrollo social, beijing. En el interim la Union Sovietica se habia desmembrado, y los espacios abiertos en ese turbulento proceso político fueron rñapidamente llenados por elementos que comenzaron a utilizar los medios de la incipiente revolución informática para subvertir toda una serie de medidas que anteriormente habian capacitado a los estados a intervenir y actuar. Las mujeres perdieron muchos derechos y adelantos sociales en este proceso.
En las Naciones Unidas la primera gran caída fue la debilitación de la comision sobre las industrias transnacionales que hasta ese momento habia funcionado como fiscalizador.
Ya no solo las mafias de tráfico de mujeres y ninos para la prostitución, del tráfico de estupefacientes, del contrabando de seres humanos, la pornografía, sino como reflejo, las multinacionales se convertían en mega consorcios mundiales que comenzaban a hilar un mundo paralelo ajeno al control ciudadano. Un mundo en el cual solo se mueven hombres. Un mundo con un poder exacerbado por el enorme poder economico que tiene a su disposición.
Efectivamente que vivimos en un mundo post industrial donde comenzamos a preguntarnos muchas cosas. ¿ Son los organismos multilaterales suficientes para enfrentar esta nueva globalización? ¿ Cómo fortalecer los mecanismos existentes para fiscalizar las operaciones de este mundo paralelo? ¿ Qué hacer para salvaguardar todo el repertorio de adelantos reflejados en los tratados multilaterales tanto de derechos humanos y de las mujeres como en las deliberaciones de la organización mundial de comercio?¿ Cómo solucionar las desigualdades economicas y sociales cada vez más agudas?
Tambien a finales de los años noventa surgen los movimientos anti globalización. El fracaso de estos movimientos sin embargo es que se han formado años después que todo ya estaba en marcha. Seattle y Genova donde se reunieron los miembros del G 8 probó que la movilización era posible pero ya no era lo que hacia falta. Aunque los gobiernos implanten pautas este fenómeno global cambia como un ectoplasma constantemente y tambien sus actores. Las empresas, las mafias, pueden evadir los controles hoy existentes por su versatilidad, por la rapidez de las gestiones comerciales y financieras.
Susan George, Naomi Klein, Pepa Roma en su libro Jaque a la globalización aquí en España, y otras feministas han puesto sobre la mesa no sólo denuncias que han alertado a los ciudadanos sobre la perdida de libertad que conlleva esta globalización. Pero lo que nos ha faltado ha sido adelantarnos a sus estrategias.
Ni siquiera la declaración y las Metas del Milenio impulsadas desde Naciones Unidas han tenido el eco deseado. Los códigos de conducta para las mega empresas se han quedado cortas, dependiendo básicamente de la filantropía de sus directivos.
No se avanza en un consenso mundial sobre cómo combatir a todas las mafias que operan justamente siguiendo las pautas y los moviemientos de las empresas! se valora mucho más la seguridad contra el terrorismo que la fuga de cerebros, que el desempleo, que el expolio de la naturaleza.
Hay muchas respuestas y soluciones sobre el tapete de cómo compartir las riquezas, de cómo recortar recursos dirigidos a la manufactura de armamento, el 80 por ciento del cual se exporta de los 8 paises mas adelantados, y dedicarlos a fortalecer a las sociedades, pero no se aplican.
La Ministra de Cooperación de Noruega, Hilde F. Johnson, ha sugerido medidas específicas que su país va a poner en marcha. Noruega, por ejemplo, ha eliminado todos los aranceles y cuotas para la importación de productos de los paises menos adelantados y ha comenzado a mejorar el acceso al mercado desde otros paises en vias de desarrollo. Noruega tambien esta lista para eliminar los subsidios para las exportaciones como parte de un compromiso negociado con la organización mundial del comercio y continuaría condonando la deuda sin utilizar el presupuesto para el desarrollo. La ministra tambien a declarado que seguirá prestando asesoramiento a los paises para que no inviertan en compañias que no respetan los derechos humanos o que utilizan practicas nocivas al medio ambiente. Noruega igualmente continuará apoyando todas las iniciativas internacionales y regionales contra la corrupción, el lavado de dinero, y el tráfico de personas. Como productor de gas natural y petróleo Noruega, dijo la ministra, tiene el compromiso de reducir las emisiones nocivas en su pais.
Esta es una iniciativa promovida por un parlamento en el cual hay casi paridad, el 47 por ciento son mujeres, y en el cual los hombres no se ofenden porque las mujeres desplieguen el liderazgo.
Intercambiando opiniones con las contribuidoras de la antología del 84, recuerdo que le insistí a Margarita Papandreou en la isla de Aegina en Grecia, que era más importante para las mujeres del PASOK, partido socialista griego, que accedieran a ministerios como el de finanzas, fomento, salud que incluso el premierato.
Pero aquí estamos hoy en el 2006. El paradigma patriarcal sigue primando y desde luego las mujeres no nos movemos en esas esferas donde se nos considera un obstáculo, o una incomodidad por hacer reflexiones de índole eticas y sociales.
La comunidad científica que en los años ochenta tuvo el coraje de declararse contra la carrera armamentista, hoy no se declara en contra de nada. Las batallas que nos han dejado a nosotras estriban simplemente en las batallas contra el oscurantismo de las religiones, incluyendo el debate sobre celulas madre. pero no seamos ingénuas, aún si llegaramos al poder dentro de un estado, tendríamos que llegar al otro poder, el difuso, el que se cotiza en bolsa, el que crea su propia bolsa, el que ya ha decidido que en 2015 ciertas actividades económicas no serán rentables, que la búsqueda de nuevos mercados y el espionaje industrial en lo que llaman sectores estratégicos serán los códices de una nueva era que se mueve en fracción de segundos. sencillamente estas son unas esferas que no intuimos en los años ochenta.
A nuestro favor sin embargo está la inmediatez de las comunicaciones, internet, los blogs. Ya nada nos es secreto si nos hacemos el propósito de buscarlo.
Por ejemplo, las feministas en los Estados Unidos, entre las cuales se encuentra Robin Morgan, han creado el Women’s Media Center, desde donde se analizan los medios, donde se buscan noticias que no interesan a las grandes cadenas informativas, y todo se hace desde el punto de vista de la mujer. Han creado una zona paralela con un análisis feminista para informar y diseminar información que no se da, y si se da, está sesgada.
Y es que como estrategia inmediata para resistir y reventar este otro orden globalizado, no nos queda otro remedio que crear el nuestro.
En el Foro económico de Davos uno de los cinco presidentes es una mujer y su carrera la ha hecho en los medios. nuestra estrategia sería invitarla a formar parte de esta vision feminista.
Tenemos que seguir pensando y actuando pero a otros niveles. No nos queda otro remedio que estudiar, comprender, analizar, entrar digo, en las nuevas tecnologías, en los órganos de dirección de las empresas para poder influenciar y cambiar su ruta. No debemos temer el acometer estas tareas. Porque para adelantarnos y estar empoderadas para tomar las decisiones, debemos conocer los procedimientos, la ideología corporativa.
FUENTE:http://www.mujeresenred.net/article.php3?id_article=933

02 mayo 2007

EL MOVIMIENTO SUFRAGISTA FEMENINO Y EL MOVIMIENTO OBRERO

Los movimientos feministas y sufragistas estuvieron dirigidos por mujeres de procedencia burguesa. A pesar de que los planteamientos feministas eran interclasistas, sus ideas no lograron penetrar ampliamente en los ambientes obreros. Ni feministas, ni sufragistas consiguieron nunca movilizar ampliamente a las mujeres trabajadoras.
Los propios ideólogos del primer movimiento obrero, en la primera mitad del siglo XIX, mantuvieron posturas contradictorias respecto a la igualdad de derechos de la mujer.
¿Sabiais que Karl Marx fue uno de los que estableció las bases del pensamiento obrero en relacion con las mujeres?
Ahí os mando algunas posturas del aquél tiempo:
“A vosotros, obreros que sois las víctimas de la desigualdad de hecho y de la injusticia, a vosotros os toca establecer al fin sobre la tierra el reino de la justicia y de la igualdad absoluta entre la mujer y el hombre. Dad un gran ejemplo al mundo (...) y mientras reclamáis la justicia para vosotros, demostrad que sois justos, equitativos; proclamad, vosotros, los hombres fuertes, los hombres de brazos desnudos, que reconocéis a la mujer como a vuestra igual, y que, a este título, le reconocéis un derecho igual a los beneficios de la unión universal de los obreros y obreras”.
Flora TristánLa Unión Obrera1843
“La mujer es un ser libre e inteligente, y como tal, responsable de sus actos, lo mismo que el hombre; pues, si esto es así, lo necesario es ponerla en condiciones de libertad para que se desenvuelva según sus facultades. Ahora bien, si relegamos exclusivamente a la mujer a las funciones domésticas, es someterla, como hasta aquí, a la dependencia del hombre, y, por lo tanto, quitarle su libertad. ¿Qué medio hay para poner a la mujer en condiciones de libertad? No hay otro más que el trabajo”.
Congreso de la Federación Regional Española de la AITZaragoza (1872)Cit. NASH,M. (Ed.)Més ennllà del silenci. Les dones à la història de CatalunyaBarcelona, 1988
“La mujer de la nueva sociedad será plenamente independiente en lo social y lo económico, no estará sometida lo más mínimo a ninguna dominación ni explotación, se enfrentará al hombre como persona libre, igual y dueña de su destino”.

August BebelLa mujer y el socialismo1879

GIOCONDA BELLI

Su Web: http://www.giocondabelli.com/

VIDA.
Nació en Managua, Nicaragua el 9 de Diciembre de 1948. Su padre, Humberto Belli era empresario. Su madre, Gloria Pereira fue fundadora del Teatro Experimental de Managua. Gioconda fue la segunda de cinco hermanos: Humberto, Eduardo, Lucía y Lavinia, y cursó su primaria en el Colegio de La Asunción en Managua y la secundaria en el Real Colegio de Santa Isabel en Madrid, España, donde se bachilleró en 1965. Tras obtener un diploma en Publicidad y Periodismo en Filadelfia, Estados Unidos, regresó a Managua y en 1967 contrajo matrimonio. Su primera hija, Maryam, nació en 1969.
Sus poemas aparecieron por primera vez en 1970 en el semanario cultural del diario La Prensa de ese país. Su poesía, considerada revolucionaria en su manera de abordar el cuerpo y sensualidad femenina, causó gran revuelo. Su libro “Sobre la grama” le ganó en 1972, el premio de poesía más prestigioso del país en esos años, el “Mariano Fiallos Gil” de la Universidad Nacional Autónoma de Nicaragua.
Como muchos intelectuales de su generación, Belli se integró a las filas del FSLN y militó en esa organización desde 1970 hasta 1994. Perseguida por la dictadura somocista, vivió en el exilio en México y Costa Rica. Fue miembro de la Comisión Político-Diplomática del FSLN. Fue correo clandestino, transportó armas, viajó por Europa y América Latina obteniendo recursos y divulgando la lucha sandinista.
En 1978, obtuvo el prestigioso Premio Casa de las Américas (Cuba) en el género poesía por su libro “Línea de Fuego¨.
Después del triunfo sandinista y hasta 1986, ocupó varios cargos dentro del gobierno revolucionario. En 1984 fue representante sandinista ante el Consejo Nacional de Partidos Políticos y vocero del FSLN en la campaña electoral de ese año. Belli dejó todo cargo oficial en 1986 para dedicarse a escribir su primera novela. Fungió como directiva de la Unión de Escritores y fue una de las fundadoras del suplemento literario“Ventana”.
Entre 1982 y 1987, publicó tres libros de poesía: “Truenos y Arco Iris”, “Amor Insurrecto” y “De la costilla de Eva”. Estos libros o selecciones de los mismos se han publicado en España, México, Alemania, Bélgica, Inglaterra, Italia y Estados Unidos.
En 1988, Belli publicó su primera novela “La Mujer Habitada”, que fue muy aclamada por la crítica y alcanzó en Europa y América Latina, altos tirajes y numerosas ediciones. En Alemania –donde el tiraje llegó a un millón de ejemplares y alcanza más de veinte ediciones- la novela obtuvo el Premio de los Bibliotecarios, Editores y Libreros a la Novela Política del Año en 1989. Ese año la autora recibió también el Premio Anna Seghers. Desde su publicación, la novela ha sido traducida a once idiomas y ha tenido gran éxito editorial en España e Italia. En Estados Unidos, Warner Books la publicó bajo el nombre “The Inhabited Woman”
En 1990, se publicó la segunda novela, “Sofía de los Presagios”, en 1996, “Waslala”, ambas traducidas a varios idiomas. Gioconda publicó también un cuento para niños: “El Taller de las Mariposas”, que se publicó así mismo en alemán, holandés e italiano y en 1998, otro libro de poemas, “Apogeo
En Enero de 2001 apareció en Plaza Janés, su libro “El País bajo mi piel”, un testimonio-memoria de sus años en el sandinismo- Fue publicado, simultáneamente, en alemán, holandés e italiano. Su publicación en Estados Unidos está programada para el otoño del 2002 bajo el sello editorial Knopf y en Inglaterra, por la Editorial Bloomsbury de Londres.
Desde 1990, Gioconda alterna su tiempo entre los Estados Unidos y Nicaragua. Se casó en 1987 con Charles Castaldi con el que tiene una hija, Adriana, nacida en 1993. De dos matrimonios previos, tiene tres hijos: Maryam (1969), Melissa(1973) y Camilo (1978).

EVOLUCIÓN HISTÓRICA DEL FEMINISMO

Enlace:

http://riie.com.es/?a=31595

ECOFEMINISMO

El ecofeminismo es una corriente de pensamiento aparecida en Europa en el último tercio del siglo XX. Actualmente existen varias corrientes de filosofía ecofeminista, algunas de corte esencialista y otras constructivistas. Por lo tanto, es difícil resumir sus premisas. No se puede hablar de ecofeminismo sino de ecofeminismos en plural. El ecofeminismo nació como contestación a lo que desde ese movimiento definen como «apropiación masculina de la agricultura y de la reproducción» (es decir, de la fertilidad de la tierra y de la fecundidad de la mujer), lo cual consideran una consecuencia del desarrollismo occidental de tipo patriarcal y economicista. Según el ecofeminismo, dicha apropiación se habría traducido en dos efectos perniciosos: la sobreexplotación de la tierra y la mercantilización de la sexualidad femenina.
Para evitarlo, al desarrollismo occidental de corte
patriarcal, capitalista y científico, algunas pensadoras oponen el desarrollo indígena matriarcal, sostenible y respetuoso con el medio ambiente. Para este movimiento, la modernización según el modelo occidental no sólo no sería aplicable de forma universal a todas las sociedades (pues no respeta ni su biodiversidad ni su acervo cultural), sino que por supuesto tampoco serían aplicables las mismas premisas economicistas en un contexto de superación de la desigualdad sexual.

Argumentos comunes en el ecofeminismo.
Debemos señalar los argumentos principales del(de los) ecofeminismo(s).
En primer lugar, el ecofeminismo señala que en el orden simbólico patriarcal existen conexiones importantes entre la dominación y explotación de las mujeres y de la naturaleza, aunque dicha relación se interprete de manera distinta de acuerdo con cada enfoque ecofeminista. En segundo lugar, el ecofeminismo denuncia la asociación que el patriarcado establece entre las mujeres y la naturaleza. Para ello argumenta que la biología de las mujeres, su cuerpo (característica que las capacita para gestar y crear vida) hace que estas estén en una posición de mayor proximidad a la naturaleza, lo que permite su identificación con ella. Según este enfoque, los hombres, guiados por la razón, en oposición a la intuición femenina, pertenecen al mundo de la cultura. Por su capacidad para controlar y transformar la naturaleza, la cultura se considera superior a la naturaleza. Los binomios mujer-naturaleza y hombre-cultura y la superioridad de la cultura sobre la naturaleza en el patriarcado explican que las mujeres sean consideradas inferiores a los hombres. En tercer lugar, el ecofeminismo considera que la dominación y explotación de las mujeres y la dominación y explotación de la naturaleza tienen un origen común, lo que sitúa a las mujeres en una situación privilegiada para acabar con dicha dominación.

01 mayo 2007

ORGANIZACIÓN Y GÉNERO. ENLACES DE INTERÉS

Gestión del conocimiento y organizaciones educativas:

http://www.fundec.org.ar/principal/investigacion/investigacion01.htm

Género y organización: poder para realizar cambios:

http://www.oit.org.pe/gpe/documentos/capacitacion_3.pdf

El papel d la mujer:

http://www.gestiopolis.com/Canales4/rrhh/mujerpapel.htm

La cultura de género en las organizaciones escolares:

http://www.mtas.es/mujer/mujeres/estud_inves/630.pdf

Tipos de organización:

http://www.gestiopolis.com/recursos/documentos/fulldocs/ger/tiposdeorguch.htm

La igualdad de género:

http://www.ilo.org/public/spanish/gender.htm